Drugged dreamer
ask
“Sensível pra cacete, maldosa na mesma intensidade, feliz de andar cantando e depressiva de nunca achar que uma janela é só uma janela. E cheia de manias bem estranhas (…) Eu sou sim a pessoa que some, que surta, que vai embora, que aparece do nada, que fica porque quer, que odeia a falta de oxigênio das obrigações, que encurta uma conversa besta, que estende um bom drama, que diz o que ninguém espera e salva uma noite, que estraga uma semana só pelo prazer de ser mal e tirar as correntes da cobrança do meu peito. Que acha todo mundo meio feio, meio bobo, meio burro, meio perdido, meio sem alma, meio de plástico, meio bomba.
Geovane Pereira  (via inverbos)  
    — Juro que não te entendo.
— Estranho seria se entendesse.
Querido John. (via betherefor-u)  
    Mas eu sou mesmo um clichê. Um daqueles bem água com açúcar, sabe? Um melodrama de quinta. Uma comédia romântica, que você não se cansa de ver num domingo a tarde.
Perdoe minha frieza. Eu não faço por mal.
Tati Bernardi.    (via contentei)  
    A gente quer dizer tanta coisa e acaba ficando calado.
Tati Bernardi    (via minhavidadeviaserumfilme)  
    De repente, eu me cansei de tentar me adaptar a um mundo ao qual não pertenço. Por isso, vou ser eu mesma, e deixar que o mundo se adapte a mim.
Gabito Nunes  
(via frasesmalfeitas)  
    Não tenho me identificado muito com ninguém. Mas tudo bem. Levei um tempo até entender que pode ser muito libertador não se sentir parte de nada.